segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

"AINDA SOMOS OS MESMOS"?


Perfeição

Vamos celebrar a estupidez humana
A estupidez de todas as nações
O meu país e sua corja de assassinos
Covardes, estupradores e ladrões
Vamos celebrar a estupidez do povo
Nossa polícia e televisão
Vamos celebrar nosso governo
E nosso Estado, que não é nação
Celebrar a juventude sem escola
As crianças mortas
Celebrar nossa desunião
Vamos celebrar Eros e Thanatos
Persephone e Hades
Vamos celebrar nossa tristeza
Vamos celebrar nossa vaidade.


Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado
Todos os mortos nas estradas
Os mortos por falta de hospitais
Vamos celebrar nossa justiça
A ganância e a difamação
Vamos celebrar os preconceitos
O voto dos analfabetos
Comemorar a água podre
E todos os impostos
Queimadas, mentiras e seqüestros
Nosso castelo de cartas marcadas
O trabalho escravo
Nosso pequeno universo
Toda hipocrisia e toda afetação
Todo roubo e toda a indiferença
Vamos celebrar epidemias:
É a festa da torcida campeã.


Vamos celebrar a fome
Não ter a quem ouvir
Não se ter a quem amar
Vamos alimentar o que é maldade
Vamos machucar um coração
Vamos celebrar nossa bandeira
Nosso passado de absurdos gloriosos
Tudo o que é gratuito e feio
Tudo que é normal
Vamos cantar juntos o Hino Nacional
(A lágrima é verdadeira)
Vamos celebrar nossa saudade
E comemorar a nossa solidão.


Vamos festejar a inveja
A intolerância e a incompreensão
Vamos festejar a violência
E esquecer a nossa gente
Que trabalhou honestamente a vida inteira
E agora não tem mais direito a nada
Vamos celebrar a aberração
De toda a nossa falta de bom senso
Nosso descaso por educação
Vamos celebrar o horror
De tudo isso - com festa, velório e caixão
Está tudo morto e enterrado agora
Já que também podemos celebrar
A estupidez de quem cantou esta canção.


Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão.

Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera -
Nosso futuro recomeça:
Venha, que o que vem é perfeição

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

FIGURAS DE LINGUAGEM

A ironia é um instrumento de literatura que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos. Na Literatura, a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa, com vista a obter uma reação do leitor, ouvinte ou interlocutor.

Ela pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo. Para tal, o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes, mas com a finalidade de desvalorizar. A ironia convida o leitor ou o ouvinte, a ser ativo durante a leitura, para refletir sobre o tema e escolher uma determinada posição.

wikipedia.org/wiki/Ironia

A seguir temos um exemplo de ironia

DOZE CONSELHOS

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista


Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4... Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado... Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos.. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

UM LINK COM OS GÊNEROS JORNALÍSTICOS

                                                        
Soneto Revista
Composição: Glauco Mattoso / Humberto Gessinge

Na capa, algum palhaço de gravata
Pivô dum novo escândalo bancário
Na entrada, uma entrevista do Romário
Que ao gênio se compara, por bravata
Encarte colorido auto-retrata
O fútil bastidor publicitário
Embora o texto esbanje erro primário,
Vem só um rodapezinho como errata
A página de esporte é defasada
Fofoca é uma coluna concorrida
O artigo financeiro não diz nada
Nas fotos, só mulheres de má vida.
Resenha literária é marmelada.
Cartum sem graça e a josta já está lida.
(na capa, algum palhaço autoritário

rodapé publicitário auto-retrata
fútil entrevista por bravata
ao gênio se compara, o otário)

TRABALHANDO COM GÊNEROS

GÊNEROS JORNALÍSTICOS

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Segundo Faria (1996), o trabalho com jornal visa melhorar o domínio da língua viva, ou seja, da língua em uso. Bonini (2006), preconiza que “o estudo dos gêneros jornalísticos (bem como dos demais gêneros que compõem o conjunto mais amplo das manifestações da comunicação de massa) apresenta uma grande relevância social”. Segundo o autor, o trabalho com o jornal leva à formação do senso crítico do aluno, que passa assim a lidar de maneira consciente com as informações que lhe são fornecidas nos veículos de comunicação. Faria (1996), ainda aponta o jornal como uma forma de desenvolver a consciência e a cidadania, pois “não existem jornais neutros, nem tampouco informações puras”. Assim, esse veículo, segundo a autora, poderia “fornecer instrumentos eficazes para tornar os alunos leitores críticos, não só de textos, mas do mundo que os rodeia”.
No entanto, de acordo com Bonini (2006), o jornal seria apenas um suporte pelo qual circulam vários gêneros, os gêneros jornalísticos. Esses gêneros acabam por caracterizar o jornal, e seus modelos podem ser trabalhados e analisados dentro das salas de aulas. Assim, poder-se-ia trabalhar com o gênero reportagem, notícia, charge, horóscopo, receita, e também com o editorial.


O GÊNERO EDITORIAL
O editorial é um dos textos jornalísticos mais intrincados, pois é através dele que o jornal se coloca à frente dos fatos que noticia. Isso se dá, no entanto, de maneira sutil, para que se possa passar a impressão de equilíbrio e solidez. Segundo Faria (1996), o editorial “lida com idéias, argumentos, crítica, marcando a posição do jornal sobre os principais fatos do momento”. Assim, o leitor procurará, no editorial, assuntos de repercussão momentânea, sobre os quais o jornal ira se posicionar.
Assim, pode-se perceber que o editorial utiliza-se de uma linguagem argumentativa, mantendo seu autor geralmente anônimo (embora possa-se encontrar editoriais assinados). Segundo Faria (1996), o vocabulário do editorial costuma ser objetivo, e as frases empregadas são curtas e não muito complexas. Essa objetividade visa mostrar a opinião do jornal como algo concreto e verdadeiro. Além disso, os “articuladores discursivos” estão sempre presentes, já que são responsáveis pela coesão de um texto, e dessa forma garantem “o rigor lógico da argumentação e do encadeamento das idéias”. A autora ainda enfatiza o fato de o editorial poder ser trabalhado como uma estrutura dissertativa, na qual existe a apresentação sucinta de uma questão, seu desenvolvimento e discussão através de argumentos e contra-argumentos e a apresentação breve e condensada da conclusão e do modo de vista adotado pelo jornal. Essa estrutura poderia ser de grande valia para alunos de ensino fundamental e médio, pois à medida que a reconhecessem e a vissem em uso concreto, saberiam melhor como reproduzi-la.
Através, portanto, dessa estrutura argumentativa, o editorialista visa persuadir o leitor, e por isso geralmente emprega uma linguagem sutil e leve, e organiza-se num modelo simples e de fácil apreensão. O Manual Geral de Redação da Folha de São Paulo também preconiza a estrutura “apresentação sucinta da questão – desenvolvimento e argumentação – conclusão” para o editorial. No entanto, Nascimento (1999) recorre à operacionalização do conceito de dispositivo argumentativo de Charaudeau (1992), realizada por Oliveira (1996), para análise do editorial. Neste conceito, as partes integrantes do texto argumentativo são: proposta, tese argumento e concessão.
www.faccar.com.br/eventos/desletras/hist/2007_g/textos/15.htm

Opinião

ESTAMOS COM FOME DE AMOR!!!!
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Uma vez Renato Russo disse com uma sabedoria ímpar: "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão" Pretensiosamente digo que assino em baixo sem dúvida alguma. Parem pra notar, os sinais estão batendo em nossa cara todos os dias.
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinha se saem sozinhas.
Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam,alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance",incrível. E não é só isso não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida?
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho
sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormirem abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.
Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como
voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor
pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!"
Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o
solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio,
démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".

Antes idiota que infeliz!

(Arnaldo Jabor)

TEXTUALIDADE

TEXTO



A origem da palavra texto está no vocábulo “tecer”, ou seja, criar um texto é tecer palavras, idéias para que elas constituam um sentido lógico. Sendo assim, um amontoado de frases justapostas não necessariamente será um texto, só o será se entre elas houver uma relação lógica. O sentido de um texto não advém da soma de frases que o constituem, mas decorre do todo, numa organização macrotextual (coerência) e microtextual (coesão).
O texto escrito se processa segundo algumas normas do nosso conhecimento lingüístico que nos prepara para captarmos o máximo possível, já que é muito difícil absorvermos a sua totalidade.
Para a compreensão, contribui o nosso conhecimento lexical (das palavras), o sintático (da gramática, das relações entre as palavras) e o sintático-semântico (da construção dos elos coesivos). Um texto deve apresentar uma correlação lógica das idéias – coerência - e dos termos de ligação – coesão.

COERÊNCIA TEXTUAL
A coerência textual está ligada ao nível semântico e cognitivo, isso quer dizer que em um texto as afirmações que se fazem devem ter um fundo de verdade em relação ao próprio texto e em relação ao mundo real. A coerência de um texto está ligada à sua organização como um todo, em que devem ser delimitados o início, o meio e o fim e à adequação da linguagem ao tipo de texto.
Observe o seguinte exemplo:
“Há fatores que restringem, hoje, o alcance da globalização da informação. Mas se todas as pessoas têm acesso à Internet, é o bastante para que tal fenômeno adquira grande importância social e mesmo política”.
Ora, não são todas as pessoas que têm acesso à Internet. Tal afirmação não é verdadeira, porque generaliza de forma enganosa. É preciso estar sempre atento às generalizações – tudo, todos, nunca, sempre, apenas, somente – em geral não correspondem à coerência exigida de um texto objetivo.
Preste atenção!
Um texto é coerente quando as idéias e situações que apresentam se harmonizam, se relacionam de maneira lógica. Quando não há coerência, o texto fica sem sentido e não é possível extrair dele conclusões.

COESÃO TEXTUAL

A coesão relaciona-se com o micro-texto, isto é, tem palavras que estabelecem as ligações de idéias. A coesão é importante para estabelecer a coerência de um texto, mas esta não depende unicamente daquela.
Observemos esta última frase. Nela falamos sobre coesão e coerência, mas para evitar repetições empregamos as palavras esta e aquela com referência às anteriores, isto é, o trabalho de coesão de um texto. A palavra isto, da anterior, substitui todos os dizeres colocados antes dela na frase. Também é um termo coesivo. Daí pode-se dizer que as palavras coesivas podem substituir outras para evitar a repetição. Pode-se fazer a substituição de um só termo ou até mesmo de um trecho de texto. Este mecanismo de coesão é denominado referencial.
Referência - A chamada coesão referencial manifesta-se através da estrutura anafórica e da catafórica.
Anáfora – É um termo que evita a repetição de outro. Realiza-se por meio de pronomes pessoais de 3° pessoa e os demais pronomes; também por numerais, advérbios e artigos.
Ex.- O jardineiro molhou as plantas. Elas estão crescendo muito.
João e Pedro trabalham muito, Márcio, porém, não o faz.
Catáfora - Termo que antecipa outro a ser mencionado.Realiza-se através de pronomes demonstrativos ou indefinidos, ou de nomes genéricos, mas também, por meio das demais espécies de pronomes, de advérbios e de numerais.
Ex - Aqui o clima é muito louco. Brasília é uma cidade muito estranha.
Só queremos isto: a vitória.
Observe que os itens coesivos referenciais não podem ser interpretados semanticamente por si mesmo, sem que se faça a vinculação com os termos pressupostos.
OBS - Ainda com relação à analise do sistema de referencia estabelecida em um determinado texto, é importante destacarmos que o estabelecimento de referência tanto pode se dar entre elementos do próprio texto (referência endofórica) – quanto entre elementos não expressos no texto (referência exofórica), que fazem parte da realidade externa.
Ex - Você não se arrependerá de ter feito aquela compra. (referência exofórica)
Valério e Cristina são namorados há um ano. Eles se conheceram no segundo ano colegial. (referência endofórica)

ROBINSON CRUSOÉ



SINOPSE DO LIVRO
Uma história que fascina geração após geração, décadas após décadas,‘Robinson Crusoé’ é o mais celebre romance do famoso Daniel Defoe (Londres, 1660 – Londres, 21 de Abril de 1731) escritor e jornalista inglês, escrito em 1719. O livro foi baseado na história real de um marinheiro escocês, Alexander Selkirk, abandonado, a seu pedido, numa ilha do arquipélago Juan Fernández,
onde viveu só de 1704 a 1709. O romance narra a luta de um homem sozinho contra a natureza, e a readaptação ao modo de vida do inicio da civilização humana, e dependente apenas de si próprio. Conjudado a isso o mito da solidão, já após um naufrágio, a personagem Robinson Crusoé é o único sobrevivente, vive sozinho durante vinte e oito anos. A história de Crusoe teve várias adaptações cinematográficas, quase todas com
muito sucesso e exercendo uma fascinio enorme. Até hoje a obra literária ‘Robinson Crusoé’ é objecto de procura em grandes livrarias, avôs, e pais que lerem a história, desejam que seu netos ou filhos também leiam. Uma história transmitida de geração em geração e que talvez por abordar a ‘sobrevivencia’ humana gere uma curiosidade adicional. Vale a pena ler o livro, indicado para pré-adolescente e jovens.

Sinopse Do Filme
Uma das mais emocionantes histórias de sobrevivência e amizade, de todos os tempos. Adaptação do clássico de Daniel Defoe, Robinson Crusoé - o filme - traz, no papel principal, o "charming man" Pierce Brosnan (o James Bond do momento, protagonista de filmes como O Inferno de Dante e O Passageiro do Futuro). Brosnan interpreta o sobrevivente de um naufrágio que vai parar numa ilha, e ali desenvolve incrível habilidade para construir ferramentas e utensílios a partir de elementos da natureza, além de fazer amizade com um nativo - a quem salva dos canibais e batiza de Sexta-feira. Esta é uma adaptação do clássico conto de Robinson Crusoé, um marinheiro britânico, único sobrevivente de um naufrágio, que é levado pelas águas até uma remota ilha deserta. Enfrentando os desafios da natureza e vivendo em extrema solidão, Crusoé se vê forçado a lutar contra as armadilhas da própria mente, a fim de manter-se longe da loucura. Mas a grande ironia chega por meio de um nativo que Crusoé salva de uma tribo de canibais, o qual batiza de Sexta-feira. A necessidade urgente de companhia fará Crusoé confrontar seus princípios racistas, nascendo daí um laço tão grande de amizade como ele nunca havia conhecido. E é essa amizade peculiar que lhe dará forças para sobreviver a todas as adversidades e encontrar seu caminho de volta a civilização.