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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Livro De Bem Com Você


Fique de bem com a vida!



Marcos e Sueli são dois autores jovens. E o que eles escreveram aqui é para você ficar de bem com Deus, os pais, os amigos, o sexo oposto e você mesmo. Só para você ficar com água na boca, este livro debate as seguintes questões: Como e que se faz para arrumar um namorado? É possível  amar duas pessoas ao mesmo tempo? Como lidar com a solidão?...

Número de páginas: 256
Acabamento: Brochura

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Livro Paixão Cega

O Herói Que Precisou Perder a Visão Para Enxergar


Este livro conta de maneira contextualizada a história de Sansão. O objetivo é inspirar os jovens cristãos, pelo contraste, a vencer os assédios da cultura do século 21. Vai ajudar, também, a enxergar as ilusões do nosso tempo e a manter o foco na sua identidade e missão.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Conto de Natal


Conto de Natal
Stanislaw Ponte Preta



Era um Papai-Noel mais subdesenvolvido do que - digamos - o Piauí. Uma barba mixuruquíssima, rala, encardida, que ele acabou por puxar para debaixo do queixo, na esperança de diminuir o calor.

Sim, porque fazia calor.

A calçada refletia por debaixo das calças dos transeuntes o seu bafo quente, o que ocorria também por debaixo das saias das passantes, mas esta imagem é mais refrescante e talvez não dê ao leitor a idéia do calor que fazia. A turba ignara ia e vinha, carregada de embrulhos, vítima da desonestidade dos comerciantes, mas, ávida de comprar presentinhos.

E o Papai Noel avacalhado ali na esquina, badalando. Era um sininho de som fino, que ele badalava meio sem jeito, como se estivesse disfarçando alguma coisa sem aquela dignidade de badalar de sino dos verdadeiros Papais- Noeis.

Também a roupa era mixa!  A blusa não tinha aquela vermelhidão dos Papais-Noeis de capa de revistas. Nunquinha Madalena. Era cor-de-rosa, daquele cor-de-rosa das camisas que usam componentes de blocos de sujo, no Carnaval carioca. Isto, inclusive, talvez fosse verdade: aquele Papai-Noel era tão vagabundo que era bem possível que tivesse aproveitado o uniforme do Carnaval anterior, para o Natal.

Tia Zulmira, protegida pela sombra de uma marquise, aguardava condução e observava o Papai Noel. Observava, por exemplo, que o Papai-Noel usava tênis (bossa nova natalina), observava que o Papai-Noel não fazia anúncio de coisa nenhuma, ao contrário de seus coleguinhas de outras esquinas, que traziam às costas grandes cartazes coloridos com os nomes das lojas da cidade.

A velha, num lampejo, percebeu tudo. Viu logo que, naquele Papai-Noel, tinha truque. E, apenas para confirmar a sua teoria, abriu a bolsa, retirou um pedaço de papel e escreveu:

— 500 cruzeiros no grupo do gato — 1.675 pelos sete lados... NCr$ 200,00 — centena 463 (invertido) . . . NCr$ 150,00.

Enrolou o papelzinho no dinheiro correspondente e, saindo de debaixo da marquise, passou disfarçadamente pelo Papai-Noel e espalmou na sua mão a fezinha. Papai Noel apanhou tudo e disse baixinho:

— Obrigado, minha senhora. Um bom Natal para a senhora também.

Texto extraído do livro "Dez em Humor", Editora Expressão e Cultura - Rio de Janeiro, 1968, pág. 50.

Conheça e vida e a obra de 
Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) visitando "Biografias".
 http://www.releituras.com/spontepreta_conto.asp

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Visita às livrarias







Com a turma 8ª (matutino) visitamos as livrarias para conhecer se  havia livros de escritores locais. Descobrimos alguns.


Algumas Atividades do 1º semestre


Como parte do Projeto Conhecendo a Literatura  de Juazeiro –BA, os alunos da 8ª série,  pesquisaram sobre poetas locais e leram poemas em sala.
E com a visita do poeta Manollo Ferreira , os alunos tiveram  a oportunidade de entrevistá-lo e discutir sobre a produção poética local.




Tendo buscado na mídia virtual informações sobre a literatura local, os alunos descobriram que há pouca conteúdo, surgindo assim a proposta de buscar a biblioteca local e catalogar o acervo encontrado, para depois disponibilizar um pouco desse conteúdo na internet.






Visitamos a biblioteca da Diocese





terça-feira, 3 de maio de 2011

DONA CASMURRA E SEU TIGRÃO


Dom Casmurro como fonte de inspiração
Ciúme é o sentimento e a mola propulsora que o escritor Ivan Jaf utiliza em Dona Casmurra e seu Tigrão para fazer uma releitura sutil, sintonizada com nosso tempo e extremamente bem-humorada do clássico Dom Casmurro, de Machado de Assis.
Na obra de Jaf, que pertence à coleção "Descobrindo os Clássicos", um rapaz chamado Barrão sofre com o ciúme que sente de sua namorada, Pâmela. Desconfiado de traição, o jovem lutador de jiu-jítsu cria situações embaraçosas. Como se fosse pouco, Barrão vai mal na escola e precisa tirar boas notas em algumas matérias, entre elas português. Para tanto, vai precisar ler e escrever a respeito de Bentinho e Capitu, os principais personagens de Dom Casmurro.
A exemplo da dúvida de Barrão em relação a Pâmela, neste romance de Machado uma suposta traição de Capitu com o melhor amigo de Bentinho, Escobar, toma conta do enredo. Traição, aliás, que até hoje é discussão entre acadêmicos e críticos especializados.
"A existência ou não de adultério não faz grande diferença. Atormentado por um ciúme obsessivo, Bentinho separa-se da mulher e do filho, mandando-os para o exílio, e termina a vida solitário e amargo", explica Edu Teruki Otsuka, que assina o ensaio da seção "Outros olhares sobre Dom Casmurro", incluído no final de Dona Casmurra e seu Tigrão.
Segundo Otsuka, a tendência atual da crítica tem sido a de evitar qualquer discussão nos termos do "traiu ou não traiu". Ele observa que grande parte dos estudiosos, inclusive de linhas divergentes, prefere adotar um ponto de vista mais equilibrado, segundo o qual não importa muito que a traição seja falsa ou verdadeira.
Machado e a sociedade do século XIX
Filho de um operário mulato e de uma lavadeira, Machado de Assis estava inserido em uma estrutura familiar típica do Brasil do século XIX. Sua família vivia sob a proteção da proprietária da chácara onde morava, uma mulher rica e ilustre, casada com um senador e ministro do Império.
"É importante ressaltar que, nessa época, pessoas na situação dos pais de Machado de Assis não eram exatamente o que hoje chamamos de proletários, indivíduos de baixa renda que subsistem graças à remuneração obtida com sua força de trabalho. Vivendo como agregados, sua posição social era definida mais pela ligação com a família de que eram dependentes do que pela ocupação profissional", explica Otsuka, doutorando em literatura brasileira pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.
Portanto, foi numa sociedade regida por relações de favor e dependência que Machado cresceu, observando atentamente o modo como se comportavam as pessoas de diferentes classes sociais nos relacionamentos que estabeleciam entre si.
No romance Dom Casmurro, Capitu está social e hierarquicamente situada em escala inferior diante de seu vizinho e futuro marido Bento Santiago, o Bentinho, mas luta por sua autonomia e por "desembaraçar-se das amarras do favor", ousando afrontar esse estado de coisas. Ainda assim, acaba sendo tachada de atrevida e dissimulada. O ciúme doentio de Bentinho está enraizado nas condições sociais do Brasil da segunda metade do século XIX.
"Embora vivendo em condições humildes, Machado educou-se de acordo com os padrões da cultura de elite - o que não era tão comum entre mulatos no Brasil no século XIX - e adquiriu vastos conhecimentos que constituiriam um dos ingredientes de sua literatura", destaca o autor do ensaio.
Estímulo criativo
O escritor Machado de Assis começou sua vida profissional trabalhando como tipógrafo e revisor e, desde cedo, publicava textos na imprensa. Aos 27 anos, ingressou na carreira burocrática, chegando a tornar-se alto funcionário do Ministério da Agricultura. Contudo, conquistou notoriedade e respeitabilidade por meio de sua literatura, que praticou em quase todas as modalidades: escreveu versos, crônicas, peças teatrais; fez traduções e destacou-se com seus contos e romances.
"O romance [Dom Casmurro] publicado por Machado de Assis em 1899 é provavelmente sua obra mais popular, e a personagem Capitu, a mais conhecida de suas criações", avalia Edu Otsuka. Por força de sua grandeza literária, vem ao longo das décadas inspirando artistas de outras linguagens, como o cinema e a música popular, a realizar adaptações e obras originais, como o filme Capitu, dirigido por Paulo César Saraceni, e a canção homônima de Luiz Tatit.
No entanto, é no próprio universo literário que essa obra capital despertou e continua despertando o desejo de outros escritores reinterpretarem o enredo criado por Machado, casos de Fernando Sabino e Domício Proença Filho. Além disso, outros pronunciaram vivamente seus "veredictos" sobre a histórica polêmica, como o fizeram em artigos Otto Lara Resende e Dalton Trevisan.



Acesse esses links :

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

FIGURAS DE LINGUAGEM

A ironia é um instrumento de literatura que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa, deixando entender uma distância intencional entre aquilo que dizemos e aquilo que realmente pensamos. Na Literatura, a ironia é a arte de gozar com alguém ou de alguma coisa, com vista a obter uma reação do leitor, ouvinte ou interlocutor.

Ela pode ser utilizada, entre outras formas, com o objetivo de denunciar, de criticar ou de censurar algo. Para tal, o locutor descreve a realidade com termos aparentemente valorizantes, mas com a finalidade de desvalorizar. A ironia convida o leitor ou o ouvinte, a ser ativo durante a leitura, para refletir sobre o tema e escolher uma determinada posição.

wikipedia.org/wiki/Ironia

A seguir temos um exemplo de ironia

DOZE CONSELHOS

PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista


Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4... Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado... Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos.. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.